segunda-feira, setembro 24, 2007
José Special Mourinho
Dá-lhe Britney, dá-lhe!
- Teve recentemente 2 filhos;
- Tem problemas mentais gravíssimos devido ao alcóol e drogas;
- Alguém que está a passar por um processo de divórcio e pode eventualmente perder a custódia dos 2 filhos;
- Uma pessoa careca (que se comparmos à história de Dalila e Sanção, perdeu a sua força por completo)
- Alguém que em tempos foi a Diva da pop mundial e hoje em dia é a mundial sim, mas em chacota;
- Alguém que já deu a conhecer ao mundo as suas partes mais intimas, ao não usar cuecas ou algo que tape a sua intimidade mais intima;
- Uma pessoa de quem todos se aproveitam.
Tendo em conta todos estes aspectos relevantes da vida de Britney, esta actuação parece-me brilhante. Não se mexe muito, é um facto, mexe mais os braços e faz o habitual ar de "badalhoca de colégio", mas sim, Britney, a voltar à sua quase "normalidade".
sábado, setembro 15, 2007
A pobre sina de Laurinda
Então a pobre da Laurinda tem um namorado que por infelicidade vai para a guerra. Ela é a última a saber, o moço faz as malas e as vizinhas alertam Laurinda que ele está em debandada. A coitada vem aflita à janela para lhe tentar chamar um nome ou dois e as vizinhas em harmonia, dizem a Laurinda que o deixe ir. Pois não será Laurinda que saberá se deve deixar o rapaz ir ou não?
Que parvoíce.
Não contentes e com os panos do pó na mão, rematam sem mesericórdia que ele é um rapaz novo e que talvez sem uma perna ou um braço, ainda torna a vir. Laurinda que já deveria estar com os cabelos em franja, não tem sossego e ainda leva com uma última machada:
"Ainda vem a tempo, ai ai ai, de arranjar mulher."
Laurinda, com um namorado desses e amigas assim... pior mesmo, só se caisses da janela abaixo.
terça-feira, setembro 11, 2007
Ossos do Ofício IV
Fui alertada para o facto de a longo prazo puder vir a sofrer das seguintes maleitas, causadas pelo trabalho:Superstar - David Fonseca
sexta-feira, setembro 07, 2007
GRANDE INCÓGNITA







White van, white danger
Estas carrinhas são a maior praga das estradas. Ou melhor, quem as conduz é que não deveria nunca ter tirado a carta. Não escapa uma que se atravesse no meu caminho que não faça uma manobra ou outra que ponha de olhos arregalados e de boca aberta.O casamento (visto por alguém que nunca se casou)
As pessoas hoje em dia têm muito receio de não se enquadrarem na nova era que a sociedade está a atravessar. Em conversas, tentam ser o mais modernas possível, cortando por completo com o pensar tradicional, não fazendo sequer uma ponte de ligação, entre o que se fazia antigamente e o que se faz hoje dia.